HIPERIDROSE

O suor é um liquido produzido pelas glândulas sudoríparas da pele para manter a temperatura do corpo. Nossa temperatura deve ficar entre 36 e 42 graus Celsius, sendo que a transpiração regula essa manutenção.

A quantidade de suor produzida por uma pessoa varia segundo a idade, sexo, raça e local de moradia. Os estímulos que influenciam as glândulas sudoríparas são: calor externo, exercício físico, vários tipos de doenças e alterações emocionais. Podemos afirmar também que não existe relação direta do aumento da transpiração com a ingestão de certos tipos de alimentos, embora, algumas vezes, o odor da pessoa possa ser modificado e ela fique com cheiro da substância ingerida que, depois, passa a ser eliminado pelo suor. Isso ocorre também quando a pessoa está tomando algum medicamento que pode facilitar o excesso de transpiração.

Um aspecto interessante e que deve ser lembrado é que o suor propriamente dito, eliminado da glândula sudorípara, não apresenta nenhum odor. Mas, à medida que ele permanece na pele, há um crescimento de bactérias provocando um cheiro desagradável. Na verdade existe um paralelo, quanto maior a quantidade de suor, mais intenso será o odor, porque as bactérias vão crescer com mais facilidade e intensidade.

Eventualmente, há uma disfunção desses mecanismos e teremos então a hiperidrose. Ela ocorre em cerca de 1% da população, trazendo importante desconforto a essas pessoas do ponto de vista social. O individuo tende a se retrair, pois se constrange ao contato físico com as pessoas, e um simples aperto de mão torna-se um problema.

O aumento excessivo do suor (hiperidrose) atrapalha a autoestima e até diminui a vida social da pessoa. A sudorese excessiva pode ocorrer nas axilas, deixando a roupa manchada, com cheiro mais forte, ou pode acontecer nos pés ou nas mãos. Neste último caso, as mãos ficam constantemente molhadas, dificultando a realização de determinados tipos de trabalho, como escrever, digitar, etc.

A hiperidrose pode ocorrer como consequência do hipertireoidismo, de distúrbios psiquiátricos, de menopausa ou da obesidade. O inicio dos sintomas pode ocorrer na infância, na adolescência ou somente na idade adulta, por razões desconhecidas. Eventualmente, podemos encontrar histórico familiar. Mas em geral, não há doenças associadas à hiperidrose, e ela está ligada a uma tendência pessoal ou a uma situação de estresse com muita ansiedade.

Contudo, os casos de hiperidrose nas axilas, por exemplo, podem ser revertidos com uma cirurgia específica que consiste num corte na pele e a retirada de uma quantidade de glândulas. Trata-se de uma cirurgia relativamente simples, feita pelos dermatologistas. O resultado é bastante satisfatório com uma significativa diminuição da sudorese.

Outra opção de tratamento para hiperidrose é o uso da toxina botulínica que bloqueia a ação da acetilcolina, necessária para a sudorese. Ela é aplicada com agulha ponto a ponto, em toda região das mãos e dos pés, e se for o caso, nas axilas. Com o bloqueio a acetilcolina há uma suspensão de cerca de 80% da sudorese nos locais onde a toxina é aplicada, sem causar efeitos colaterais, uma vez que a pessoa continua suando no restante do corpo. Na realidade, o tratamento inibe o excesso de suor que prejudica a pessoa e tem duração de em média de 8 meses.

O mais importante é procurar o serviço especializado, que possa diagnosticar cada caso e escolher o melhor tratamento.

TOXINA BOTULÍNICA – naturalidade e suavidade

A toxina botulínica vem sendo usada há muito tempo para o tratamento das rugas de expressão. É estranho tratar essas rugas, já que elas nos fazem humanos e expressivos. Sendo assim, há muito tempo vem se evitando congelar as pessoas e deixá-las como que paralisadas e sem expressões ou sentimentos, que precisam e devem ser visíveis e naturais para nossa comunicação.

O entendimento do valor da toxina vem sendo modificado e ajustado. Ela serve para deixar o rosto mais descansado, prevenir grandes marcas e principalmente evitar expressões pesadas e tristes. Hoje, há inúmeros estudos que correlacionam a felicidade, bem-estar e auto estima, com um rosto natural e suave. Outra função da toxina é deixar o paciente menos deprimido, o que também encontra uma correlação positiva com a aparência suave, sobrancelhas mais levantadas e menos rugas ao redor dos olhos e boca.

A toxina botulínica é muito mais preventiva que curativa e não é necessária uma escravidão em relação ao tempo de aplicação, pois ligeiras movimentações são naturais e agradáveis. A regra hoje em dia é usar toxina na fronte em menor quantidade e bem mais superior, já que o músculo frontal é o único que faz o levantamento facial. Um ótimo tratamento com a toxina é para o pescoço, pois quando relaxamos as bandas do platisma, evitamos a flacidez do pescoço que é muito difícil de tratar.

A toxina deve ser usada em menores quantidades em pessoas mais velhas, uma vez que as rugas já estão instaladas no repouso e também porque há maior tendência de acentuar a flacidez, principalmente na região dos olhos. A toxina pode ser usada em micro doses superficiais (intradérmicas) para um discreto levantamento facial e melhoria da qualidade da pele.

A toxina botulínica hoje tem várias marcas comerciais, mas é sempre a toxina tipo A, que diferente da ideia inicial, provocou muito menos resistência do que se imaginou inicialmente. Além do tratamento para rugas de expressão, a toxina botulínica pode ser usada para hiperidrose, que é o excesso de suor, e também para rosácea, que é a situação em que a pele fica sensível, vermelha e cheia de lesões inflamadas. A toxina é muito versátil e segura. Há indicações para o tratamento de cicatrizes hipertróficas, devido a capacidade da mesma de neutralizar algumas citocinas inflamatórias.

A toxina não pode e não deve ser aplicada como uma receita de bolo e também é importante todos o conhecimento da sua estrutura química e imunológica até para agir nas complicações, caso elas venham a ocorrer.

Procure seu médico dermatologista, que estudou no mínimo 9 anos para oferecer o melhor custo/benefício na melhoria da sua saúde e aparência.

Por que muitas vezes sofremos de HIPERIDROSE?

A hiperidrose, excesso de suor, assim como a bromidrose (suor com odor forte) geram muito constrangimento e a maioria das pessoas evita falar sobre o assunto. É comum não saber nem mesmo a quem recorrer, ou se existe tratamento para essa queixa.

Suar é normal. A transpiração é necessária para regular a nossa temperatura. Quando o clima está muito quente, a produção de suor aumenta, e quando esfria, essa produção diminui. Esse mecanismo é uma forma de manter o equilíbrio do nosso corpo. O suor não tem odor, porém favorece o crescimento de bactérias e fungos na superfície da pele, que causam o cheiro desagradável.

Temos dois tipos de glândulas de suor: as écrinas e as apócrinas. As glândulas écrinas estão presentes desde o nascimento e estão distribuídas por toda a superfície cutânea, enquanto as apócrinas começam a funcionar a partir de puberdade e estão mais localizadas nas axilas, na região da virilha, e no couro cabeludo.

A hiperidrose axilar é mais comum em adultos jovens, geralmente homens. Não existe comprovação científica, mas até 60% das pessoas que sofrem com o excesso de suor têm outros membros na família com o mesmo problema. Ela costuma durar por toda a vida adulta e regredir espontaneamente na velhice. Em outras épocas da vida, como na menopausa, é comum o excesso de calor acompanhado de ondas de suor.

A hiperidrose piora com: nervosismo, ansiedade e estresse. É comum ouvir pacientes falarem que mesmo no inverno, transpiram muito. Muitas vezes a pessoa fica nervosa e com medo de suar em condições de tensão; então, só de pensar no assunto, fica estressada e acaba suando mais, o que provoca insegurança e constrangimento social.

Algumas doenças, como diabetes, gota, tuberculose, linfomas, obesidade e distúrbios da tireoide também provocam o aumento de suor.

SUOR NAS MÃOS E NOS PÉS

A hiperidrose palmar (das mãos) e a hiperidrose plantar (da planta dos pés) também causam constrangimento. As mãos ficam úmidas, frias e podem até pingar, o que dificulta tarefas do dia a dia e a convivência social. Nos pés, atrapalha o uso de sandálias e induz a bromidrose plantar (o chulé). A doença ocorre por uma disfunção dos nervos do sistema nervoso simpático, que fica no tórax ou no abdome, que emite mensagem exagerada para as glândulas do suor. Ansiedade e estresse podem desencadear a doença.

TEM SOLUÇÃO?

Existem várias formas de tratamento, mas é importante procurar o médico dermatologista para o correto diagnóstico, análise de cada situação e o devido tratamento. Na axila, mãos e pés podemos usar a toxina botulínica, que inibe a acetilcolina, necessária para acionar a glândula sudorípara. A aplicação é feita com injeção local e o resultado dura cerca de 7 a 9 meses. Nos pés e mãos é feito o bloqueio anestésico, para evitar a dor. O procedimento é realizado em consultório pelo médico dermatologista.

Também existem dois tipos de cirurgias específicas na região das axilas. Uma delas utiliza uma cureta para raspar as glândulas de suor. A outra utiliza um aparelho de laser com cânula e destrói as glândulas retirando também a gordura. Outro tratamento é a radiofrequência, que preconiza o uso de um aparelho que libera uma energia calórica que destrói as glândulas sudoríparas. São feitas de quatro a seis sessões, uma vez por semana.

Consulte seu dermatologista e cuide-se!

TOXINA BOTULÍNICA – muito mais que tratamento de rugas…

A procura por tratamentos estéticos permitiu o desenvolvimento de diferentes tratamentos para retardar o envelhecimento, e a combinação de várias técnicas é a melhor forma de se conseguir uma pele bonita e jovem. Entretanto, a grande oferta de possibilidades também pode fazer com que haja exageros com resultados muitas vezes desastrosos. A regra para a estética é o bom senso, o que se deseja é um resultado natural e harmônico. A boa notícia é que isso é perfeitamente possível.

Toxina Botulínica

Os primeiros trabalhos científicos publicados para o uso estético da toxina botulínica datam da década de 90. Desde então, sua aplicação para tratamento das rugas de expressão se tornou popular e utilizada em todo o mundo. É importante conhecer o modo de funcionamento, a técnica de aplicação e os cuidados necessários que envolvem esse procedimento médico. A toxina botulínica é produzida pela bactéria Clostridium botulinum e provoca relaxamento muscular através da inibição da liberação de uma substância química chamada acetilcolina, na junção entre o nervo e o músculo (placa neuromuscular). Alguns dias depois da sua aplicação o músculo fica relaxado, diminuindo sua força de contração.

Trata-se de um procedimento que tem por objetivo tratar e, principalmente, prevenir as rugas de expressão como pés de galinha, rugas da testa e do cenho (glabela). A toxina botulínica age na ruga dinâmica, ou seja, naquela ruga que aparece durante a contração dos músculos da mímica facial. Ela apresenta pouco ou nenhum efeito sobre as rugas de repouso, ou seja, aquelas já visíveis mesmo na ausência de contração dos músculos da mímica facial. Isso é um fator de confusão, pois acredita-se que a toxina trata todas as rugas, o que não é verdade. A proposta é prevenir as rugas de repouso ao tratar as rugas dinâmicas e por isso a melhor idade para sua utilização é, em geral, a partir dos 30 anos.

A aplicação é feita através da injeção da toxina diretamente no músculo a ser tratado por médico qualificado. O procedimento é bem tolerado e podem-se usar cremes anestésicos para alívio da dor. O efeito começa a ser percebido cerca de 48 horas após a aplicação e 15 dias depois tem-se o resultado final que dura de 4 a 6 meses, período em que a acetilcolina gradativamente volta a agir na placa neuromuscular. Não há qualquer alteração na sensibilidade da pele, pois a toxina atua apenas no músculo. Apesar de ser uma substância tóxica, a dose utilizada é mais de mil vezes menor que a dose tóxica e não ocorre absorção da mesma para outros órgãos.

Vários locais têm indicação de uso da toxina botulínica, tais como:

Face: ruga de severidade entre as sobrancelhas (cenho, glabela), rugas de espanto na testa, pés de galinha na área dos olhos, levantamento das sobrancelhas, abertura dos olhos (ocidentalização de orientais), levantamento do nariz, melhora das rugas periorais em fumantes, levantamento do canto da boca, correção do sorriso gengival.

Pescoço: redução da flacidez e linhas horizontais.

Colo: diminuição das rugas, região do decote.

A toxina botulínica também é usada para o excesso de suor “hiperidrose”, promovendo redução da sudorese nas axilas, palmas das mãos, plantas dos pés e outras áreas onde haja o excesso de suor. A toxina é um neuromodulador que também age em receptores específicos que melhoram e diminuem estímulos inflamatórios. Isto significa que ela pode melhorar a acne e a rosácea.

Tratamento do contorno facial – A toxina botulínica pode ser utilizada para melhorar o contorno facial e também para aprimorar o formato da face. O principal músculo para interferir no contorno facial é o masseter, que também é o músculo relacionado a sintomas como o bruxismo. O conhecimento da anatomia facial e localização dos vasos e nervos é imprescindível para que não ocorram efeitos colaterais na aplicação da toxina botulínica no músculo masseter.

A toxina também pode ser aplicada na glândula parótida, ajudando ainda mais nesse afinamento facial. Novas técnicas, onde a substância é mais diluída e aplicada mais superficialmente, em maior número de pontos, também auxiliam no levantamento da face.

Para melhorar o contorno facial como um todo, também podem ser tratados os seguintes músculos: musculo abaixador do canto da boca e musculo platisma, que se localiza no pescoço. O relaxamento do músculo abaixador do canto da boca, levanta essa região, melhorando o aspecto do bigode chinês. O tratamento do platisma, que é o musculo do pescoço, inserido na mandíbula, provoca a definição do contorno facial.  O resultado final dessas aplicações especificas, promoverá um formato de rosto mais alongado e com contornos mais precisos.

É fundamental discutir com o médico a indicação do procedimento, qual é o resultado esperado, qual é a duração dos efeitos, quais as contra indicações e efeitos adversos e quais os custos.

É importante estar consciente que o preenchimento e a toxina botulínica fazem parte de um rol de tratamentos para melhorar o envelhecimento cutâneo e que a combinação dessas técnicas promove um resultado final satisfatório e natural.

Suor Excessivo

A pele é responsável pela manutenção da temperatura do corpo e realiza essa função através da sudorese. Suar é normal. A transpiração é necessária para regular a nossa temperatura.

Quando o clima está muito quente, a produção de suor aumenta, e quando esfria, essa produção diminui. Esse mecanismo é uma forma de manter o equilíbrio do nosso corpo. O suor não tem odor, porém favorece o crescimento de bactérias e fungos na superfície da pele, que causam o cheiro desagradável.

Temos dois tipos de glândulas de suor: as écrinas e as apócrinas. As glândulas écrinas estão presentes desde o nascimento e estão distribuídas por toda a superfície cutânea, enquanto as apócrinas começam a funcionar a partir de puberdade e estão mais localizadas nas axilas, na região da virilha, e no couro cabeludo.

Por que muitas vezes sofremos de HIPERIDROSE ?

A hiperidrose, excesso de suor, assim como a bromidrose (suor com odor forte) geram muito constrangimento e a maioria das pessoas evita falar sobre o assunto. Muitas vezes não sabem nem mesmo a quem recorrer, ou se existem tratamento para essa queixa.

A hiperidrose axilar é mais comum em adultos jovens, geralmente homens. Não existe comprovação científica, mas até 60% das pessoas que sofrem com o excesso de suor têm outros membros na família com o mesmo problema. Ela costuma durar por toda a vida adulta e regredir espontaneamente na velhice. Em outras épocas da vida, como na menopausa, é comum o excesso de calor acompanhado de ondas de suor.

A hiperidrose piora com: nervosismo, ansiedade e estresse. É comum ouvir pacientes falarem que mesmo no inverno, transpiram muito. Muitas vezes a pessoa fica nervosa e com medo de suar em condições de tensão; então, só de pensar no assunto, fica estressada e acaba suando mais, o que provoca insegurança, timidez e constrangimento social.

Algumas doenças, como diabetes, gota, tuberculose, linfomas, obesidade e distúrbios da tireoide também provocam o aumento de suor.

SUOR NAS MÃOS E NOS PÉS

Tão constrangedor quanto a hiperidrose, é a hiperidrose palmar (das mãos) e a hiperidrose plantar (da planta dos pés). Surge na infância e pode se manter pela vida toda. As mãos ficam úmidas, frias e podem até pingar, o que dificulta tarefas do dia a dia e a convivência social. Nos pés, atrapalha o uso de sandálias e induz a bromidrose plantar (o chulé). A doença ocorre por uma disfunção dos nervos do sistema nervoso simpático, que ficam no tórax ou no abdome, que emitem mensagem exagerada para as glândulas do suor. Existem situações que desencadeiam a doença, como ansiedade e estresse.

TEM SOLUÇÃO?

Existem várias formas de tratamento, mas é importante procurar o médico dermatologista para o correto diagnóstico, análise individual de cada situação e o devido tratamento.

Na axila, mãos e pés podermos usar a toxina botulínica, que inibe a acetilcolina, necessária para acionar a glândula sudorípara. A aplicação é feita com injeção local e o resultado dura cerca de 7 a 9 meses. Nos pés e mãos é feito o bloqueio anestésico, para evitar a dor. O procedimento é realizado em consultório pelo médico dermatologista.

Também existem dois tipos de cirurgias especificas na região das axilas. Uma delas utiliza uma cureta para raspar as glândulas de suor. A outra utiliza um aparelho de laser com cânula e destrói as glândulas retirando também a gordura.

Outro tratamento é a radiofrequência, que preconiza o uso de um aparelho que libera uma energia calórica que destrói as glândulas sudoríparas. São feitas de quatro a seis sessões, uma vez por semana.

Cuide-se!