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Filtro solar por via oral – Existe está solução?

Há muitos séculos o homem procura a solução para a proteção solar ideal. Há muita pesquisa a respeito dos protetores solares e suas especificidades, mas vários aspectos ainda são falhos.

O filtro solar passado na pele pode sair com água e suor, além do que espalhá-lo com precisão não é uma tarefa fácil.

Desta forma há muito interesse em procurar que haja outras maneiras de preservar a pele com uma substância que possa ser ingerida e que tenha segurança.

No Congresso Mundial de Dermatologia foi lançado um nutracêutico cujas evidências apontam ser um filtro solar sistêmico que atinge estas expectativas. Esta cápsula tem na composição o produto final de uma planta denominada Polipodium leucotomos que tem várias propriedades inerentes que podem proteger em relação a radiação ultravioleta.

Há vários estudos que embasam estas características tais como:

Quando tomamos sol, a radiação ultravioleta B, agride as células da pele, ocorrendo a formação de células defeituosas e queimadas que são chamadas de ¨sun burn cells¨.

Quando ocorre a ingestão da cápsula do Polipodium leucatomos estas células não aparecem, demonstrando que a pele está protegida.

Outros estudos demonstram que as células que dão resistência a pele também são preservadas.

Sabemos também que quando tomamos sol a radiação provoca oxidação intensa formando muitos radicais livres que agridem as diversas estruturas da pele como membrana celular, vasos, fibras entre outros.

A ingestão de Polypodium diminue esta oxidação e todas as estruturas são preservadas.

Também é sabido que sob o efeito do Polypodium a pele fica menos avermelhada.

Há trabalhos demonstrando que os pacientes com vitiligo que fazem tratamento com luz tem maior segurança e proteção quando ingerem o Polypodium sem que haja interferência no resultado final do tratamento.

Em todos os estudos clínicos não foram evidenciados efeitos colaterais importantes, pois a planta não apresenta toxicidade.

Temos então uma perspectiva real de um produto que ingerido protege a pele e também o organismo dos efeitos deletérios da radiação solar.

Os parâmetros necessários para medir a proteção efetiva deste agente estão sendo pesquisados e certamente são diferentes daquelas do filtro solar tópico. No entanto descortina-se uma nova perspectiva para tratar pacientes sensíveis a luz, com manchas resistentes como o melasma e também com câncer de pele. Novos estudos estão sendo feitos e para determinar doses e quantidades mas há realmente boas perspectivas.

Dra. Denise Steiner

 

 

 

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2004 © - Dermatologia - Dra. Denise Steiner - Dermatologista - Todos os direitos reservados
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